terça-feira, maio 16, 2006

Ao José Pinto-Coelho

Diz um antigo ditado nórdico: «Quem é chefe, é ponte», isto é, a ligação entre duas margens, entre dois mundos, para compreender a natureza dos dois. O sentido original, pré-cristão, do termo «Pontifex» é o mesmo: fabricante de pontes. É o mesmo termo que designava, na antiga civilização indo-ariana, a função que o conjunto dos chefes espirituais reservava para si.
Esta função mantém-se a mesma para qualquer grupo de homens que, num dado momento da História, tenham de incarnar o espírito aristocrático à mais alta potência.
É, simultaneamente, uma função ética: a ascese do poder, em Testemunho de um tipo humano superior. E é, também, uma função política (...). Para que, enfim, estas vias indicadas pelos chefes, no plano das nações ligadas por um mesmo destino e uma mesma origem, possam realizar uma unidade na honra e na fidelidade, acima de qualquer ambição particular, acima de qualquer vontade selvagem de poder e de qualquer emboscada vinda das forças secretas da subversão mundial.
Julius Evola, Sobre a essência e a função actual do espírito aristocrático

3 Comments:

Blogger Francisco Múrias said...

Afinal tenho que ler o Evola

10:42 da manhã  
Blogger Vanguardista said...

Você não faça essa loucura, olhe que ele é «anti-cristão»!

;)

9:18 da tarde  
Blogger Francisco Múrias said...

Não percebo que é que vos fascina no Evola. Talvez me possam explicar

10:59 da tarde  

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