quinta-feira, julho 06, 2006

Portugal-Alemanha

Para (re)descobrir afinidades entre Povos irmãos,
a partir de hoje numa livraria perto de si,
graças à antília editora.

19 Comments:

Blogger FSantos said...

Explica lá essa dos "povos irmãos".

9:59 da manhã  
Blogger Jorge Arbusto Sr. said...

Deve referir-se a "ocidentais não-americanos" =)

Por acaso fiquei curioso, vejamos se encontro algum exemplar.

10:32 da manhã  
Blogger Victor Abreu said...

É pá, isto é propaganda «názi»! Morte ao fáxismo!

1:24 da tarde  
Blogger Mendo Ramires said...

Caro FSantos:
Por estranho que possa parecer, pois é um dado pouco referido, o sangue alemão é o sangue "estrangeiro" mais presente na Casa Real Portuguesa.
Isto bastaria para sermos considerados Povos irmãos; mas, destaco ainda o presença de sangue alemão em várias Famílias principais de Portugal: da nobreza histórica; de militares; de grandes industriais, comerciantes e financeiros (um à-parte: a Alemanha é o País com que mantemos mais trocas comerciais); de médicos e advogados.
Uma breve pesquisa genealógica confirmará estas informações.
Saudações a Todos!

1:47 da tarde  
Blogger Pedro Ferreira, Visconde de Cunhaú said...

Não concordo com essa de povo irmão!

8:58 da tarde  
Blogger Vanguardista said...

Nem outra coisa seria de esperar, dados os seus complexos de inferioridade em relação ao resto da Europa.

Há quem prefira olhar para o Sambodromo e exclamar "estes sim, estes são os nossos irmãos!" e depois se admire que o resto da Europa nos considere um país do Terceiro Mundo.

1:43 da manhã  
Blogger SA said...

Actualmente, são mais irmãos os alemães do que os timorenses...

abraço

11:19 da manhã  
Blogger PAI MOURO said...

Vanguardista,


Esse seu comentário do sambodromo é revelador do quanto não devemos ser vanguardistas como o senhor...

Sobre essa dos alemães povo irmão...p.f...Eu tenho trabalho com alemães e digo: São uma canalha arrogante e racista!!

Graças a Deus sou mestiço . Com orgulho

12:36 da manhã  
Blogger Pedro Ferreira, Visconde de Cunhaú said...

Caro vanguarda:
Realmente não posso partilhar das suas fantasias fascizantes. Tudo o que defende no seu blog é passado! E não será você que se quer colocar em bicos de pés para se igualar a uma Europa mais desenvolvida?
Eu não tenho complexos de inferioridade em relação aos demais países. Apenas digo que cada macaco deve estar em seu galho e acho ridículo muitos defenderem Hitler e toda a sua corja como se fossem grandes heróis nacionais!

9:33 da tarde  
Blogger JM said...

Para estes dois últimos comentários, vindos o primeiro de um pobre coitado desprovido de identidade e o segundo de um complexado que diz defender cada macaco no seu galho mas que vive no caos multiculturalista brasileiro, apenas quero relembrar que os portugueses e alemães, bem como a maioria dos povos que habitam a nossa Europa são povos indo-europeus, povos que partilham a mesma matriz etno-cultural e que nos torna, consequentemente, em Povos Irmãos, como acertadamente escreveu Mendo Ramires.

Estranho são os complexos e preconceitos que surgem da parte de alguns ditos nacionalistas a tudo o que cheira a alemão... talvez porque também partilhem a ideia "do que vem de Espanha não é bom vento nem bom casamento"...

11:11 da tarde  
Blogger Pedro Ferreira, Visconde de Cunhaú said...

Caro jm:
Não foi com indivíduos como o senhor que Portugal foi um Império!
Você já pensou que poderá ter sangue árabe nas suas veias?
Deixe-me estar aqui sossegado no Brasil disfrutando de uma vida que vocês venham a ter e tornem-se a colónia balnear dos alemães que vocês amam tanto!

12:40 da manhã  
Blogger Vanguardista said...

Este comentário foi removido por um administrador do blogue.

12:42 da manhã  
Blogger Vanguardista said...

«Graças a Deus sou mestiço . Com orgulho»

Olha que bonito, a fazer o mesmo que critica aos outros.

«Realmente não posso partilhar das suas fantasias fascizantes.»

É pena. Mas já que você deplora tanto o fascismo, porque é que visita este blogue “fascizante”?

«Tudo o que defende no seu blog é passado!»

É sintomático que você me critique pelo “passadismo” e não pela incorrecção do que digo. Você não critica as minhas ideias por ser erradas, mas simplesmente por serem passado. Você é um escrava do presente?

«E não será você que se quer colocar em bicos de pés para se igualar a uma Europa mais desenvolvida?»

Eu não preciso de me colocar em bicos de pé para nada. Eu sou português, e por isso sou também europeu. Você é que, na sua insegurança e nos seus complexos, prefere declarar-se logo à partida como não europeu, de tal forma é grande o seu receio da “rejeição”.

“Apenas digo que cada macaco deve estar em seu galho e acho ridículo muitos defenderem Hitler e toda a sua corja como se fossem grandes heróis nacionais!”

AHAHAHAH Quando não se tem nada para se dizer, inventa-se qualquer coisa. Ah!, e isso do “cada macaco no seu galho” era a teoria de Hitler…

12:46 da manhã  
Blogger Pedro Ferreira, Visconde de Cunhaú said...

Vanguarda:
Onde é que você me viu escrever que não me considero europeu? Apenas defendo o que a História comprova. O povo português não pode defender teorias racistas porque tem sua origem nos diversos povos que ocuparam a Península Ibérica durante os séculos.
Portugal sempre se afirmou no mar e de costas voltadas para a Europa.
Entendeu agora o cerne do meu pensamento e a direita que defendo?

12:53 da manhã  
Blogger Vanguardista said...

«Entendeu agora o cerne do meu pensamento e a direita que defendo?»

Já tinha entendido há muito. É um pensamento que eu desprezo.

1:02 da manhã  
Blogger Pedro Ferreira, Visconde de Cunhaú said...

Pois, estamos quites! Também desprezo a sua visão política!

1:06 da manhã  
Blogger JM said...

Realmente essa do sangue árabe é um argumento que procura incapacitar os nacionalistas portugueses geralmente propalado pela corja esquerdista, mas curiosamente também alardeado pelos direitistas complexados, esses minho-timorenses do antanho cheios de belor.

Acaso já se deu ao trabalho de exercitar a sua inteligência e dar-se ao trabalho deler, de pensar, de reflectir, sobre a história da Reconquista? Acaso já lhe ocorreu que a presença muçulmana na península Ibérica foi maioritariamente composta por guerreiros, que sempre estiveram em guerra, que numa guerra religiosa, a mais impiedosa de todas as guerras, tem-se por hábito exterminar os infiéis, bastando para tal recorrer à sua memória, nomeadamente à guerra da Jugoslávia, em que o ódio religioso levou à deslocação de populações e ao massacre de milhares de pessoas. O se argumento do sangue árabe carece de fundamento!

1:20 da manhã  
Blogger Pedro Ferreira, Visconde de Cunhaú said...

Caro jm:
Você gostou do que se assistiu na ex-Jugoslávia? Isso realmente é preocupante!
Graças a Deus, o poder nunca será para vocês!!!
Já agora, escreve-se bolor! :)

1:46 da manhã  
Blogger JM said...

Curiosa a sua manobra de escape. Então eu é que gostei do que se passou na Jugoslávia? Apenas constatei um facto, de que as guerras religiosas são impiedosas, logo a Reconquista cristã não deverá ter sido recebida pelas pretensas populações árabes existentes na Península Ibérica de braços abertos...

Quanto à correcção que me fez, tem razão, é bolor, enganei-me, porém, você percebeu o que quis dizer e não contestou. Ainda bem, é porque encaixou.

9:59 da manhã  

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