Para a actualização da Doutrina
Um notável Ensaio do Vanguardista.
Nota: Veio agora aqui o caro Vanguardista dizer que o texto não é seu (tudo levava a crer que sim, pois não havia outra assinatura que não a sua) e é retirado do «Ataque», órgão do Movimento Jovem Portugal. Estarei amanhã, ao Jantar, com antigos membros desse movimento nacionalista dos anos 60 e averiguarei sobre a sua autoria, já que o autor do blogue Vanguarda não nos esclareceu.
Nota: Veio agora aqui o caro Vanguardista dizer que o texto não é seu (tudo levava a crer que sim, pois não havia outra assinatura que não a sua) e é retirado do «Ataque», órgão do Movimento Jovem Portugal. Estarei amanhã, ao Jantar, com antigos membros desse movimento nacionalista dos anos 60 e averiguarei sobre a sua autoria, já que o autor do blogue Vanguarda não nos esclareceu.

6 Comments:
Notável e anti-cristão
Atenção, o texto não é meu. Não estava assinado, mas retirei-o do «Ataque», órgão do Jovem Portugal.
Quem é o autor do texto?
Francisco Múrias, anti-cristão porquê?
Mendo, o artigo não estava assinado.
Duas notas sobre o texto
- Aquilo a que chamamos "Civilização" nasceu no Crescente Fértil (Mesopotâmia), ou seja, no Médio Oriente.
Desenvolveu-se posteriormente no Egipto, norte de África.
- O texto é demasiado "duro" para com os povos do extremo-oriente.
Nessa região do mundo floresceram "delicadas" e refinadas Civilizações.
O facto de não terem dado "novos mundos ao mundo" e de não terem "partilhado" e partido numa demanda prede-se, sobretudo, com o carácter ensimesmado e exclusivista desses povos e não com qualquer "handicap".
A título de exemplo.
O Japão e a Coreia do Sul são, desde há umas décadas, os países que provavelmente mais têm criado a nível da electrónica e da micro-electrónica (os componentes das maquinetas que utilizamos vêm quase todos de lá, menos o processador e o software "Made in USA"), aliam com mestria uma deslumbrante modernidade com um profundo respeito pela Tradição (coisa que a nós nos faz muita falta) mas mantêm-se exclusivistas e pouco dados a "multiculturalismos".
Nenhum desses dois países tem as "portas escancaradas" e não fecham maternidades para "empurrar" os nascituros para os vizinhos.
Com os asiáticos podíamos (re)aprender algumas coisas.
Francisco: antes de ver bruxas onde as não há, leia o texto com atenção.
Propônho a Todos que o debate sobre o texto se faça na Casa própria: o blogue «Vanguarda»; caso contrário, quem aqui vem não percebe patavina.
Saudações blogosféricas a Todos.
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