quarta-feira, outubro 18, 2006

Ainda e Sempre — Heróis do Mar

11 Comments:

Blogger Vanguardista said...

Mas afinal eram fascistas ou não?

7:34 da tarde  
Blogger alex said...

Ia fazer um post sobre eles.
Brilhantes e inovadores.

Que saudades desses tempos....

O Vanguardista fique sabendo que, para alguns, bastava ser visto com um LP do grupo para ser logo considerado um faxxxista (por certo tenebroso).
Mas não estranhe pois, naquela época, bastava um gajo tomar banho para ser 'faxxxista'.
Quem andasse bem barbeado e mínimamente penteado era, certamente, um perigoso 'nazi'.
:)

8:16 da tarde  
Blogger Miguel Vaz said...

Lá se vão... os heróis, os heróis! :)

8:54 da tarde  
Blogger Pedro Ferreira, Visconde de Cunhaú said...

Grande post! Os primórdios desse grande génio da música popular - Pedro Ayres Magalhães. Tentou em toda a sua carreira instigar um ideal nacionalista na sua obra. Urge escrever a biografia do homem. Talvez o único ídolo que eu tenho...

10:02 da tarde  
Blogger FSantos said...

Muito me influenciaram nos meus doze anitos (1981). Pena que a chama se tenha apagado depressa.

10:12 da tarde  
Blogger FSantos said...

Respondendo indirectamente ao Vanguardista: quando o disco saíu, um maduro de que não recordo o nome escreveu no semanário Se7e que os Heróis do Mar eram uma "banda fascista". Claro, 7 anos após a Abrilada vir exaltar os valores pátrios só poderia ser assim catalogado.
Seria bom que quem conhece a história deste álbum falasse sobre ele. Há um blogueiro ilustre que o podia fazer...

10:15 da tarde  
Blogger Pedro Ferreira, Visconde de Cunhaú said...

Creio que Pedro Ayres Magalhães não será um homem de direita. Aliás, creio que o país corpóreo em nada o atrai. O que ele tentou nos anos 80 foi reinventar uma espécie de nacionalismo místico. Subiam ao palco envergando trajes militares do século XV, empunhavam reproduções das bandeiras medievais portuguesas e tentavam evocar uma pátris de heróis mais aventureiros que santos e com o horizonte de terras longínquas sempre em vista.

10:48 da tarde  
Blogger HNO said...

Que saudades...Não sei se o FSantos se referia a mim. Ao jovem Vanguardista prometo um texto sobre o AXO. Onde eu e o Pedro (AM) estavamos, entre outros.
Dos fracos não reza a história...

12:55 da tarde  
Blogger FSantos said...

Não me referia, caro HNO, porque desconhecia o facto. Mas se quiser pegar no isco...

2:47 da tarde  
Blogger Pedro Ferreira, Visconde de Cunhaú said...

AXO? Não era aquela ficção em que existia um muro altíssimo a separar Portugal de Espanha e uma ponte que fazia ligação ao Norte de África? Aguardo novidades...

7:17 da tarde  
Blogger Vanguardista said...

Afinal não eram "faxistas", eram só axistas ;)

7:02 da tarde  

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